quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Objetos Educacionais

A partir do processo de democratização da educação se evidencia o paradoxo inclusão/exclusão, quando os sistemas de ensino universalizam o acesso, mas continuam excluindo indivíduos e grupos considerados fora dos padrões homogeneizadores da escola. Assim, sob formas distintas, a exclusão tem apresentado características comuns nos processos de segregação e integração que pressupõem a seleção, naturalizando o fracasso escolar.

 Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva

O repertório de Objetos Educacionais (OEs) apresentados no "Portal do Professor" e no "Banco Internacional de Objetos Educacionais" (endereço abaixo no anexos) que eu tive contato, não apenas aprimoraram, mas ampliaram minha visão e meu conhecimento sobre as formas de transmitir e facilitar o conteúdo proposto para os alunos.
            Hoje com o avanço da tecnologia, nós professores temos que também nos informatizarmos, assim com os sites propostos pelo curso, nós temos mais possibilidades e apoio em realizar atividades diferenciadas, explorando assim os novos caminhos do conhecimento.
O maior desafio que eu posso enfrentar é o físico, quer dizer, a ausência ou as impossibilidades de uso dos equipamentos e pela insuficiência ou pela falta de manutenção.
 Muitas vezes vemos também a falta de apoio de diretores, coordenadores e outros professores, que não visualizam a intenção pedagógica das atividades diferenciadas. Muitas vezes, existe a resistência dos colegas, pois, sem planejamento muitos professores acabam usando os instrumentos como uma forma de “matar aula”, essa ação prejudica o avanço uso das novas tecnologias.
Os recursos tecnológicos apoiam minhas práticas pedagógicas, pois, como leciono geografia, mapas e vídeos são utilizados para melhor explicar a vegetação, o clima a localização dos países. Sem as imagens o conteúdo fica muito abstrato, dificultando assim a assimilação.
Eu acredito que as novas tecnologias vem no intuito de assessorar e proporcionar a inclusão dos alunos com as mais diversas deficiências ou dificuldades de aprendizado. As atividades informatizadas possibilitam a interação do aluno com a matéria de uma nova forma, muitas vezes lúdica, o aprendizado não deve ser algo chato ou ruim, então todas as oportunidades de atrair e favorecer o conhecimento devem ser bem vindas.
O planejamento é o item principal e norteador do trabalho pedagógico, sem ele, o trabalho corre risco de ser desorganizado e de perder o foco. Muitas vezes o trabalho sem objetivo, além de não ajudar, dificultam o trabalho educacional. Com o planejamento pedagógico, a todos os alunos podem ser incluídos, o pensamento e a organização prévia, ajuda a eliminar as possibilidades de excluir um aluno ou não trabalhar de forma adequada.
O planejamento pedagógico deve ser um grande rascunho, tem que ser o espaço onde todas as ideias devem ser traçadas e estabelecida, pode e deve ser mudado de acordo com o decorrer do ano letivo. Traçar as metas, organizar os conteúdos, prever os materiais que serão utilizados, o método de ensino e a avaliação, é essencial. Mudar, alongar ou encurtar o tempo, o método ou adequar o material, pode e deve ser feito, o que não pode é irresponsavelmente aparecer na escola e criar uma aula desconexa e querer executá-la sem nenhum preparo. Fatalmente ocorrerão imprevistos e o trabalho estará fadado ao fracasso. Não bastam apenas boas intenções, deve haver o planejamento.

Paulo Sérgio Lima de Paula
Formado em Ciências Sociais pela Fundação Santo André, em Geografia pela Faculdade São Bernardo e cursando especialização em Mídias na Educação pela Universidade federal de São João Del Rei.


Referências bibliográficas:
____ . Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: MEC,
2006.

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva – Brasília - 2008


Anexos:
objetoseducacionais2.mec.gov.br/

portaldoprofessor.mec.gov.br/

Nenhum comentário:

Postar um comentário