A
partir do processo de democratização da educação se evidencia o paradoxo
inclusão/exclusão, quando os sistemas de ensino universalizam o acesso, mas
continuam excluindo indivíduos e grupos considerados fora dos padrões
homogeneizadores da escola. Assim, sob formas distintas, a exclusão tem
apresentado características comuns nos processos de segregação e integração que
pressupõem a seleção, naturalizando o fracasso escolar.
Política Nacional de Educação Especial na
Perspectiva da Educação Inclusiva
O repertório de Objetos Educacionais (OEs) apresentados no "Portal
do Professor" e no "Banco Internacional de Objetos Educacionais" (endereço abaixo no anexos) que eu tive contato, não apenas aprimoraram, mas ampliaram minha visão e meu
conhecimento sobre as formas de transmitir e facilitar o conteúdo proposto para
os alunos.
Hoje
com o avanço da tecnologia, nós professores temos que também nos informatizarmos,
assim com os sites propostos pelo curso, nós temos mais possibilidades e apoio
em realizar atividades diferenciadas, explorando assim os novos caminhos do
conhecimento.
O maior desafio que eu posso enfrentar é
o físico, quer dizer, a ausência ou as impossibilidades de uso dos equipamentos
e pela insuficiência ou pela falta de manutenção.
Muitas vezes vemos também a falta de
apoio de diretores, coordenadores e outros professores, que não visualizam a
intenção pedagógica das atividades diferenciadas. Muitas vezes, existe a
resistência dos colegas, pois, sem planejamento muitos professores acabam
usando os instrumentos como uma forma de “matar aula”, essa ação prejudica o
avanço uso das novas tecnologias.
Os recursos tecnológicos apoiam minhas
práticas pedagógicas, pois, como leciono geografia, mapas e vídeos são
utilizados para melhor explicar a vegetação, o clima a localização dos países.
Sem as imagens o conteúdo fica muito abstrato, dificultando assim a
assimilação.
Eu acredito que as novas tecnologias
vem no intuito de assessorar e proporcionar a inclusão dos alunos com as mais
diversas deficiências ou dificuldades de aprendizado. As atividades
informatizadas possibilitam a interação do aluno com a matéria de uma nova
forma, muitas vezes lúdica, o aprendizado não deve ser algo chato ou ruim,
então todas as oportunidades de atrair e favorecer o conhecimento devem ser bem
vindas.
O planejamento é o item principal e
norteador do trabalho pedagógico, sem ele, o trabalho corre risco de ser
desorganizado e de perder o foco. Muitas vezes o trabalho sem objetivo, além de
não ajudar, dificultam o trabalho educacional. Com o planejamento pedagógico, a
todos os alunos podem ser incluídos, o pensamento e a organização prévia, ajuda
a eliminar as possibilidades de excluir um aluno ou não trabalhar de forma
adequada.
O planejamento pedagógico deve ser um
grande rascunho, tem que ser o espaço onde todas as ideias devem ser traçadas e
estabelecida, pode e deve ser mudado de acordo com o decorrer do ano letivo.
Traçar as metas, organizar os conteúdos, prever os materiais que serão
utilizados, o método de ensino e a avaliação, é essencial. Mudar, alongar ou
encurtar o tempo, o método ou adequar o material, pode e deve ser feito, o que
não pode é irresponsavelmente aparecer na escola e criar uma aula desconexa e
querer executá-la sem nenhum preparo. Fatalmente ocorrerão imprevistos e o
trabalho estará fadado ao fracasso. Não bastam apenas boas intenções, deve
haver o planejamento.
Paulo Sérgio Lima de Paula
Formado em Ciências Sociais pela Fundação Santo André, em Geografia pela Faculdade São Bernardo e cursando especialização em Mídias na Educação pela Universidade federal de São João Del Rei.
Referências bibliográficas:
____ . Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional. Brasília: MEC,
2006.
Política
Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva – Brasília -
2008
Anexos:
objetoseducacionais2.mec.gov.br/
portaldoprofessor.mec.gov.br/
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