http://www.youtube.com/watch?v=oNfT66nyGSA
Observem e analisem.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Análise de um programa
Essa atividade consiste em analisar as informações de uma reportagem ou programa jornalístico.
Acredito que poderíamos utilizar o programa jornalístico Profissão Repórter, como ponto de partida. Com o objetivo de pesquisar as informações de um programa um pouco mais a fundo.
Acredito que poderíamos utilizar o programa jornalístico Profissão Repórter, como ponto de partida. Com o objetivo de pesquisar as informações de um programa um pouco mais a fundo.
Inicialmente, juntamente com os alunos analisaríamos o programa, e, a partir desse momento pediria uma pesquisa sobre esse mesmo tema em outros meios de comunicação, na internet e na literatura. Após a realização da primeira parte, discutiríamos o assunto novamente.
Assim, teríamos um embasamento teórico farto para sustentar nossas discussões. Creio que essa atividade é até um alerta à necessidade de pesquisar e avaliar a validade das informações, não aceitando tudo aquilo que a mídia veicula somente.
domingo, 27 de outubro de 2013
Os Lugares mais esquisitos do mundo...
Visitem esse blog.
http://ahduvido.com.br/lugares-mais-assustadores-do-mundo
Visitem esse blog.
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013
O prisioneiro da grade de ferro
terça-feira, 22 de outubro de 2013
A história do piso de caquinhos das casas paulistas
A história do piso de caquinhos das casas paulistas
por eleganciadascoisas
A casa da minha mãe tem o piso da varanda feito com esse mosaico como tantas outras casas paulistas dos anos 40/50 . Eu amo o piso de caquinhos de cerâmica vermelhos salpicado de cacos pretos e amarelos. Descobri um texto que conta a história dessa moda. O autor é o Engenheiro Civil Manoel Henrique Campos Botelho que autorizou a sua publicação aqui.
O mistério do marketing das lajotas quebradas
Pode algo quebrado valer mais que a peça inteira? Aparentemente não. Mas no Brasil já aconteceu isto, talvez pela primeira vez na história da humanidade. Vamos contar esse mistério.
Foi na década de 40 / 50 do século passado. Voltemos a esse tempo. A cidade de São Paulo era servida por duas indústrias cerâmicas principais. Um dos produtos dessas cerâmicas era um tipo de lajota cerâmica quadrada (algo como 20x20cm) composta por quatro quadrados iguais. Essas lajotas eram produzidas nas cores vermelha (a mais comum e mais barata), amarela e preta. Era usada para piso de residências de classe média ou comércio.
| Foto Mika Lins |
No processo industrial da época, sem maiores preocupações com qualidade, aconteciam muitas quebras e esse material quebrado sem interesse econômico era juntado e enterrado em grandes buracos.
Nessa época os chamados lotes operários na Grande São Paulo eram de 10x30m ou no mínimo 8 x 25m, ou seja, eram lotes com área para jardim e quintal, jardins e quintais revestidos até então com cimentado, com sua monótona cor cinza. Mas os operários não tinham dinheiro para comprar lajotas cerâmicas que eles mesmo produziam e com isso cimentar era a regra.
Certo dia, um dos empregados de uma das cerâmicas e que estava terminando sua casa não tinha dinheiro para comprar o cimento para cimentar todo o seu terreno e lembrou do refugo da fábrica, caminhões e caminhões por dia que levavam esse refugo para ser enterrado num terreno abandonado perto da fábrica. O empregado pediu que ele pudesse recolher parte do refugo e usar na pavimentação do terreno de sua nova casa. Claro que a cerâmica topou na hora e ainda deu o transporte de graça pois com o uso do refugo deixava de gastar dinheiro com a disposição.
Agora a história começa a mudar por uma coisa linda que se chama arte. A maior parte do refugo recebida pelo empregado era de cacos cerâmicos vermelhos mas havia cacos amarelos e pretos também. O operário ao assentar os cacos cerâmicos fez inserir aqui e ali cacos pretos e amarelos quebrando a monotonia do vermelho contínuo. É, a entrada da casa do simples operário ficou bonitinha e gerou comentários dos vizinhos também trabalhadores da fábrica. Ai o assunto pegou fogo e todos começaram a pedir caquinhos o que a cerâmica adorou pois parte, pequena é verdade, do seu refugo começou a ter uso e sua disposição ser menos onerosa.
Mas o belo é contagiante e a solução começou a virar moda em geral e até jornais noticiavam a nova mania paulistana. A classe média adotou a solução do caquinho cerâmico vermelho com inclusões pretas e amarelas. Como a procura começou a crescer a diretoria comercial de uma das cerâmicas descobriu ali uma fonte de renda e passou a vender, a preços módicos é claro pois refugo é refugo, os cacos cerâmicos. O preço do metro quadrado do caquinho cerâmico era da ordem de 30% do caco integro (caco de boa família).
Até aqui esta historieta é racional e lógica pois refugo é refugo e material principal é material principal. Mas não contaram isso para os paulistanos e a onda do caquinho cerâmico cresceu e cresceu e cresceu e , acreditem quem quiser, começou a faltar caquinho cerâmico que começou a ser tão valioso como a peça integra e impoluta. Ah o mercado com suas leis ilógicas mas implacáveis.
Aconteceu o inacreditável. Na falta de caco as peças inteiras começaram a ser quebradas pela própria cerâmica. E é claro que os caquinhos subiram de preço ou seja o metro quadrado do refugo era mais caro que o metro quadrado da peça inteira… A desculpa para o irracional (!) era o custo industrial da operação de quebra, embora ninguém tenha descontado desse custo a perda industrial que gerara o problema ou melhor que gerara a febre do caquinho cerâmico.
De um produto economicamente negativo passou a um produto sem valor comercial a um produto com algum valor comercial até ao refugo valer mais que o produto original de boa família…
A história termina nos anos sessenta com o surgimento dos prédios em condomínio e a classe média que usava esse caquinho foi para esses prédios e a classe mais simples ou passou a ter lotes menores (4 x15m) ou foram morar em favelas.
São histórias da vida que precisam ser contadas para no mínimo se dizer:
– A arte cria o belo, e o marketing tenta explicar o mistério da peça quebrada valer mais que a peça inteira…
– A arte cria o belo, e o marketing tenta explicar o mistério da peça quebrada valer mais que a peça inteira…
Manoel Botelho é Engenheiro Civil e autor da coleção CONCRETO ARMADO EU TE AMO
manoelbotelho@terra.com.br
Retirado do site: http://eleganciadascoisas.wordpress.com/2011/06/21/a-historia-do-piso-de-caquinhos-das-casas-paulistas-2/ às 21:50h do dia 22/10/2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Mídia NINJA
A parcialidade da mídia brasileira
Ultimamente, vejo uma mídia parcial, partidária e que recrimina tudo
aquilo que não reflete sua posição política. A grande rede de televisão destaca
mais as badernas do que as reivindicações, mais parece que existe apenas
revoltas e bagunças.
Enquanto muitas questões necessárias poderiam ser discutidas, a
Televisão se concentra em mostrar programas culinários. Gostaria de ver uma
mídia televisiva menos parcial e mais comprometida com a verdade.
Atualmente, com o avanço da tecnologia, podemos comparar e interagir,
por meio de blogs, redes sociais e na televisão e no rádio. As informações
noticiadas nos meios de comunicação podem ser confrontadas, pesquisadas e
analisadas.
Com certeza, precisamos de uma mídia mais
comprometida com a verdade. Me preocupo, muito com a intencionalidade das
notícia, elas influenciam as massas e nivelam por baixo as análises e
discussões.
Os modelos estabelecidos como confiáveis, não
são tão confiáveis assim, portanto eu apoio as novas formas de introdução das
informações, a internet é livre e, portanto, capaz de receber todas as opiniões
possíveis.
Claro que deve-se ter critério na hora de avaliar as informações, mas
creio que o Mídia NINJA possa co-existir e ampliar as discussões sobre as
informações veiculadas.
Nossa principal função, como educadores, pais, e adultos principalmente é despertar esse senso
crítico em nossos alunos, no corpo escolar e na sociedade em geral. Se cada um
conseguir analisar e questionar o Status quo, descobrir essa
maneira de manipular dos meios de comunicação, poderemos contagiar os grupos
sociais em que atuamos.
“A
Educação qualquer que seja ela, é sempre uma teoria do conhecimento posta em
prática." Paulo Freire
domingo, 6 de outubro de 2013
Amazônia
Amazônia: fogo devasta mais que desmatamento, aponta estudo inédito
14 de junho de 2013
|
Estudo aponta as condições climáticas – e não o desflorestamento – como principal fator de risco na devastação da Floresta Amazônica
Pesquisadores mapearam pela primeira vez a frequência e extensão de incêndios ao longo de 3 milhões de quilômetros quadrados na região amazônica; imagem divulgada pela Nasa mostra frequência das chamas Foto: Nasa / Divulgação
Cientistas da Nasa, a agência espacial americana, determinaram que um tipo de incêndio até então não mapeado na Floresta Amazônica é responsável pela destruição de uma área de mata muito maior do que a perdida através do processo de desflorestamento nos últimos anos. A constatação foi feita por meio de uma técnica considerada inovadora no uso de satélites e apresenta um outro lado para os dados apresentados pelo governo brasileiro indicando a redução do desmatamento nos últimos oito anos.
Na Amazônia, incêndios que atingem a área baixa da floresta, sob a copa das árvores, ficam normalmente escondidos da análise de satélites que detectam a frequência das chamas. Um novo método utilizado nesse levantamento levou agora à primeira estimativa dos danos causados por esse tipo de incêndio na região.
O estudo da Nasa revela que houve ocorrência de fogo generalizado sobre as fronteiras da floresta durante o período pesquisado, de 1999 a 2010. Incêndios recorrentes estão concentrados em áreas nas quais existe uma confluência de condições climáticas adequadas para a propação do fogo.
“A Floresta Amazônica é bastante vulnerável ao fogo, dada a frequência de chamas que causam o desmatamento e o manejo da terra na fronteira da floresta, no entanto nunca soubemos a extensão regional ou a frequência desses incêndios”, afirmou Doug Morton, o principal autor do estudo. A pesquisa foi publicada em 22 de abril na revista Philosophical Transactions of the Royal Society B.
Nos anos em que foi registrada a maior ocorrência de incêndios, como 2005, 2007 e 2010, a área de floresta afetada por esse fogo baixo foi diversas vezes maior do que a área de desflorestamento causada pela expansão da agricultura, informou Morton. O estudo vai além e aponta as condições climáticas – e não o desmatamento – como principal fator determinante do risco de incêndios na Amazônia.
Fonte: Terra
Esse texto deve ser utilizado em sala de aula, pois ele auxilia nas discussões sobre preservação ambiental e futuro das florestas equatoriais.
sábado, 5 de outubro de 2013
O projeto de
O Rio São Francisco nasce na Serra da Canastra em Minas Gerais e, depois de passar por cinco Estados brasileiros e cerca de 2,7 mil km de extensão, deságua no Oceano Atlântico na divisa entre Sergipe e Alagoas.
Considerado o “rio da unidade nacional”, o Velho Chico, como também é chamado, passa por regiões de condições climáticas as mais diversas. Em Minas Gerais, que responde por apenas 37% da sua área total, o São Francisco recebe praticamente todo o seu deflúvio (cerca de 75%) sendo que nas demais regiões por onde passa o clima é seco e semi-árido.
O projeto de transposição do São Francisco surgiu com o argumento sanar essa deficiência hídrica na região do Semi-Árido através da transferência de água do rio para abastecimento de açudes e rios menores na região nordeste, diminuindo a seca no período de estiagem.
O projeto é antigo, foi concebido em 1985 pelo extinto DNOS – Departamento Nacional de Obras e Saneamento, sendo, em 1999, transferido para o Ministério da Integração Nacional e acompanhado por vários ministérios desde então, assim como, pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco.
O projeto prevê a retirada de 26,4m³/s de água (1,4% da vazão da barragem de Sobradinho) que será destinada ao consumo da população urbana de 390 municípios do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte através das bacias de Terra Nova, Brígida Pajeú, Moxotó, Bacias do Agreste em Pernambuco, Jaguaribe, Metropolitanas no Ceará, Apodi, Piranhas-Açu no rio Grande do Norte, Paraíba e Piranhas na Paraíba.
O Eixo Norte do projeto, que levará água para os sertões de Pernambuco, Paraíba, Ceará e rio Grande do Norte, terá 400 km de extensão alimentando 4 rios, três sub-bacias do São Francisco (Brígida, Terra Nova e Pajeú) e mais dois açudes: Entre Montes e Chapéu.
O Eixo Leste abastecerá parte do sertão e as regiões do Agreste de Pernambuco e da Paraíba com 220 km aproximadamente até o Rio Paraíba, depois de passar nas bacias do Pajeú, Moxotó e da região agreste de Pernambuco.
Fontes
http://ambientebrasil.com.br
http://www.carbonobrasil.com
http://www.manuelzao.ufmg.br
http://www.integracao.gov.br
Ilustração: http://www.ecodebate.com.br/2012/08/06/tcu-aponta-irregularidades-e-indicios-de-superfaturamento-em-obras-da-transposicao-do-rio-sao-francisco/
http://ambientebrasil.com.br
http://www.carbonobrasil.com
http://www.manuelzao.ufmg.br
http://www.integracao.gov.br
Ilustração: http://www.ecodebate.com.br/2012/08/06/tcu-aponta-irregularidades-e-indicios-de-superfaturamento-em-obras-da-transposicao-do-rio-sao-francisco/
Como atividade com os alunos, podemos pesquisar como estão atualmente as obras. Se existem polêmicas, denúncias de superfaturamento, se as obras jé foram finalizadas.
Está atividade atual, também é tema de avaliações como o ENEM.
AIDS na África
AIDS NA ÁFRICA:
Uma assustadora e grave epidemia
Milhões de infectados vivem no continente, onde a doença se alastra enquanto o resto do
mundo assiste a tudo calado
Por
Vagner Augusto da Silva
Com pouco mais de 10% da
população mundial, a África subsaariana espantosamente possui 70% de todas as
pessoas infectadas com o vírus HIV no mundo. Os dados fornecidos pela ONU
(Organização das Nações Unidas) indicam que em 2003 cerca de 37,8 milhões de
pessoas viviam com o vírus no planeta, sendo que, desse grupo, a África
subsaariana detém 25 milhões.
No continente, vários
países apresentam a doença de maneira generalizada, com a população contaminada
superior a 1% do total de habitantes. Na África, especialmente na sua porção
meridional, a propagação do vírus vem crescendo em todas as classes sociais,
não se restringindo apenas aos chamados grupos de risco.
A situação africana é tão
grave que a ONU considera que a Aids já virou uma epidemia em alguns países.
Desde a década de 1980, aproximadamente 11 milhões de pessoas morreram na
África meridional, vítimas da doença, e atualmente sete países apresentam mais
de 15% da população total infectada com o vírus. Botsuana e Suazilândia são os
países com maiores taxas, respectivamente 38,8% e 37,3%. Logo atrás vêm Lesoto
(28,9%), Zimbábue (24,6%), África do Sul (21,5%), Namíbia (21,3%) e Zâmbia
(16,5%). O Brasil tem 540 000 pessoas infectadas, uma taxa de contaminação de
0,35% da população.
Em Botsuana, o país mais
afetado pelo HIV; mais de um terço da população adulta está infectado. Lá um
recém-nascido tem como expectativa de vida apenas 36 anos, praticamente metade
do que viveria se a doença não existisse. Burkina Fasso, 20° país mais afetado
pela doença, possui 330 000 adultos soropositivos, e a expectativa de vida caiu
oito anos.
Os dados estatísticos
mostram que as mulheres africanas se contaminam mais precocemente que os homens
e que a diferença entre homens e mulheres contaminadas continua crescendo.
Hoje, para cada grupo com 13 mulheres infectadas, existem 10 homens na mesma
situação. Em 2002, essa proporção era de 12 para 10. Em alguns países a
situação é mais séria: na África do Sul, para 10 homens soropositivos, existem
20 mulheres contaminadas. Em países como Quênia e Mali, a média é de 45
mulheres contaminadas para cada 10 homens!
Um conjunto de fatores
explica esse percentual tão elevado de pessoas infectadas. As mulheres
dificilmente conseguem praticar o sexo seguro, e, quando tentam, sofrem
freqüentemente maus-tratos de seus parceiros. A pobreza impulsiona a chamada
"indústria do sexo", com crescente participação de jovens, muitas
vezes menores de idade, se prostituindo nas áreas urbanas. Também contribui a
elevada migração e lideranças políticas ineficazes, que durante anos poucas
mudanças realizaram na saúde pública para reduzir esses números. na. Na África
do Sul, muitas pessoas acreditam numa lenda que o portador do vírus que
mantiver relações com uma mulher virgem conseguirá se livrar da doença. Assim,
o crescimento de estupros e da Aids está fortemente associado nesse país, que
apresenta 50000 casos de violência sexual por ano (alguns afirmam que o número
é bem maior, podendo chegar à triste e incrível marca de 1 milhão).
Na África é raro o uso de
novas drogas que retardam o desenvolvimento da doença. Estima-se que nos
próximos dez anos 22 milhões de pessoas morrerão vítimas de doenças
desenvolvidas a partir da Aids.
Uganda foi o país africano com os
maiores avanços no combate à Aids.No começo da década de 1990, o país apresentava
12% da população total infectada com o vírus. Em 2003, conseguir reduzir esse
número para 4,1%. Em sua capital, Campala, a população contaminada em 1992 era
de 29%, passando para 8% em 2002. No entanto, o governo ugan-dense se preocupa
com um fato: a redução da epidemia pode levar os jovens a serem menos
conscientes das situações de riscos, já que a doença mostra-se menos devastadora
que há dez anos.
Na África ocidental, o número de
infectados é bem menor que na porção meridional, oscilando geralmente entre a
5% dos habitantes, com nenhum país ultrapassando os 10%.
O impacto da Aids também é baixo no
norte do continente. Nos países localizados na região do Sahel (Argélia,
Tunísia e Marrocos), as taxas giram em tomo de 1 % de pessoas com o HIV. No
entanto, os baixos números muitas vezes ocultam problemas, como o elevado nível
de contaminação em determinados grupos sociais. Exemplo disso é o Senegal, que
possui uma taxa de contaminação inferior a 1 %. Porém a parcela da população
ligada à prostituição apresenta crescente contaminação, pulando de 5% para 8%
em 1992 e de 14% para 23% em 2002.
O que te faz feliz?
Veja esse professor falando numa entrevista que emocionou até o Jô e fez a plateia aplaudir de pé!
Entrevistado: Prof. Clóvis De Barros Filho.
Simplesmente sensacional e nos faz repensar nossa vida, no que estamos fazendo dela, se estamos felizes ou não com o que realizamos!
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Vamos fazer a mudança
"Vamos virar nossos mapas
para cima, para o Cruzeiro do Sul. Vamos criar nossos referenciais para o nosso
mapa, nosso jeito de ver o mundo. Essa é a única forma de criar uma
nação".
Poderá
parecer curioso o que vou escrever às vésperas dos 500 anos do Descobrimento:
nós ainda não descobrimos o Brasil! Os portugueses talvez, mas nós ainda não.
Sílvio Romero, já em 1880, identificava como o grande problema brasileiro a
"imitação do estrangeiro na vida intelectual". Manoel Bomfim, anos
depois, apontava nossa "falta de observação". Gilberto Freyre em
Casa-Grande & Senzala nos definia pela "aptidão para imitar".
Sérgio Buarque de Holanda em Raízes do Brasil sentenciava que somos
"desterrados em nossa terra" por trazermos de outros países nossas
formas de vida.
Copiamos
coisas prontas, traduzimos tudo, preferimos citar a pensar, ridicularizamos
inclusive os observadores genuinamente brasileiros.
Preferimos
acreditar em Marx, Gramsci, Anthony Giddens, Keynes ou em idéias como
"Inflation Targeting". Inteligentes no Brasil são os eruditos da
cultura alheia. Vejam, por exemplo, o mapa do Brasil. Nenhum observador
genuinamente brasileiro teria feito nosso mapa como todo leitor está acostumado
a ver. O mapa de antigamente apontavam para o Oriente, onde nasce o Sol. As caravanas
acordavam, apontavam o mapa na direção do Sol, e traçava-se o caminho.
Expressões como "orientar-se", "desorientado" vieram dessa
época. Quando os portugueses começaram a navegar de noite, perceberam
rapidamente que o Sol não era um ponto de orientação útil, e o mapa começou a
usar a estrela Polar do Norte como ponto de referência.
O mapa
europeu é inútil no Hemisfério Sul, pois não é possível localizar daqui a
estrela Polar. Nosso ponto de referência é o Cruzeiro do Sul. A partir dessa
premissa, elaborei um mapa segundo nossa epistemologia. Ele aparece no miolo
deste artigo e está disponível em tamanho maior no meu site. Não é um mapa
simplesmente diferente, é um mapa coerente com a realidade brasileira. Parece
estar de cabeça para baixo, mas na realidade são os mapas atuais que estão de
ponta-cabeça. Se o leitor ainda está achando o mapa estranho, é porque está
usando padrões cartográficos europeus para enxergar o próprio país.
O que pode parecer um detalhe cartográfico é, na realidade, o começo do enorme erro destes 500 anos. Ainda não criamos nossos próprios pontos de referência, nossas balizas, nossos pontos de apoio. Por isso, não temos ainda o conceito de nação, de cidadania, justamente pelo fato de ainda não observarmos o Brasil com nossos próprios olhos.
Nossa auto-estima é baixa, somos inseguros, sentimo-nos confusos, perdidos no mundo globalizado. Estamos literalmente "desnorteados". Colocar o Brasil no centro do mapa tampouco é um ato de ufanismo da minha parte ou uma crença de que o Brasil está no centro do universo. Qualquer indivíduo que olhe 360 graus em sua volta fatalmente construirá um mapa com sua cidade, ou ponto de observação, no centro, algo que nunca fizemos.
O conhecimento humano nada mais é do que mapas simplificados que criamos para auxiliar nosso caminho. O sucesso recai justamente naqueles que fazem os melhores mapas. Damos pouco valor aos pesquisadores brasileiros, temos frases do tipo "santo de casa não faz milagres", "ninguém é profeta em sua terra".
Vamos começar uma vida nova, de início virando nosso mapa para cima, para o Cruzeiro do Sul. Vamos criar nossos referenciais, nossos pontos de apoio, nossas formas de ver o mundo. Essa é a única forma de criar uma nação. Vamos finalmente descobrir o Brasil, mas desta vez com nossos próprios olhos.
Artigo
veiculado na Revista VEJA do dia 9 de abril de 2000
Por que não fazemos os mapas com nossa visão Sul-americana, a manutenção dessa imposição eurocêntrica, nos mantêm dependentes até hoje. Os mapas são elaborados para manter o status adquirido pelos países europeus colonizadores que continuam tentando ser nossas "metrópoles" nesse novo milênio.
Narrativa sobre a inclusão escolar
Narrativa sobre inclusão
escolar
Em Diadema, cidade onde
leciono, verifico muitas situações de inclusão e de exclusão, primeiramente
preciso contar as situações ditas de inclusão que acabam impossibilitando a
mesma.
Em São Paulo há a
Progressão Continuada, que já existe há pelo menos 10 anos, vem um primeiro
momento criar a oportunidade do aluno que não conseguiu adquirir as
competências e habilidades previstas para um determinado ano letivo, possa recuperar
o conteúdo defasado no ano seguinte, o que é louvável, mas, um novo problema
foi criado quando esses mesmos alunos não tiveram o direito de ter um
atendimento especializado e direcionado à recuperação desses conteúdos. Na
prática, acabou acontecendo a aprovação automática, quer dizer, o aluno passa
sem ter os conhecimento exigido pelo currículo oficial do governo e no ano
seguinte ele continua frequentando junto com seus colegas o ano seguinte, mas
infelizmente sem o aprendizado do ano anterior e tendo assim impossibilitado o
aprendizado do ano seguinte, assim, somam-se alunos que não foram corretamente
alfabetizados. A exclusão está na falta de políticas efetivas e completas na
educação.
A
partir do processo de democratização da educação se evidencia o paradoxo
inclusão/exclusão, quando os sistemas de ensino universalizam o acesso, mas
continuam excluindo indivíduos e grupos considerados fora dos padrões
homogeneizadores da escola. Assim, sob formas distintas, a exclusão tem
apresentado características comuns nos processos de segregação e integração que
pressupõem a seleção, naturalizando o fracasso escolar.
Política Nacional de Educação Especial na
Perspectiva da Educação Inclusiva
Segundo a LDB - 9.394: “Art.
3º. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade
de condições para o acesso e permanência na escola”.
O trecho acima denuncia
a inclusão excludente do sistema de ensino que universaliza, mas não atende
adequadamente seus clientes. Já o segundo impõe por meio de lei que todos os
alunos tem o direito ao acesso e a permanência na escola com igualdade de
condições, tendo tratamento adequado.
Um momento de inclusão
está sendo realizado com os mesmos alunos da rede pública, que apresentam
deficiências intelectuais. Um aluno do 6º ano de 2010, que não conhecia
as letras, infelizmente foi "empurrado" pelo sistema de ensino para o 7º ano, e
em 2011 com a entrada de especialistas em educação especial começaram a atender
alunos com deficiência. Em atendimento quase que individual, ele hoje no 9º ano
apresenta dificuldades, mas obteve um avanço infinitamente superior ao que ele
obteria sem o mesmo acompanhamento.
“Art. 4º. O dever do Estado com a educação
escolar pública será efetivado mediante a garantia de: III - atendimento
educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais,
preferencialmente na rede regular de ensino.” LBD - 9.394
Para conseguir avançar no
aprendizado do aluno Samuel, além do atendimento continuado e com hora marcada.
A professora que o atendeu era especialista em deficiência intelectual, quer
dizer, tinha subsídios para auxiliá-lo, em uma sala com muitos jogos
educacionais, vídeos, e principalmente com variedade de material impresso, a
educadora pode realizar as mais diversificadas atividades que desenvolveram as
habilidade e competências necessárias para um aluno do ensino fundamental II.
Creio que o HagáQuê (endereço de Download abaixo) pode ser um software que pode ser
utilizado pelo aluno, pois, facilita o processo de criação de uma história em
quadrinhos, esse programa favorece o desenvolvimento de outras habilidades do
aluno.
Eu acredito que com esse
curso poderei atender as necessidades dos meus alunos, aprendendo novas
práticas, com um direcionamento adequado para a educação inclusiva.
O
curso a distância possibilita que professores com pouca disponibilidade de
tempo para se locomover até a universidade, para se atualizar.
Paulo Sérgio Lima de Paula
Formado em Ciências Sociais pela Fundação Santo André, em Geografia pela Faculdade São Bernardo e cursando especialização em Mídias na Educação pela Universidade federal de São João Del Rei.
Referências bibliográficas:
____ . Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional. Brasília: MEC,
2006.
Política
Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva – Brasília -
2008
A erosão
A erosão ocorre de duas formas distintas, pela ação da
natureza, por agentes externos, como a água e o vento, e por agentes internos,
como os vulcões e o tectonismo. A ação da natureza modela o relevo alterando
aos poucos o espaço. Já a ação humana em pouco tempo muda drasticamente a
natureza.
O processo de degradação ambiental tem
início quando a exploração de um
determinado recurso natural se torna
maior do que a capacidade da natureza de repor ou reconstituir este recurso com
suas características originais.
Neste contexto, torna-se necessário
acompanhar o desenvolvimento local e apontar aspectos falhos no planejamento e
gestão da área e dos recursos voltados a ela e oferecidos por ela,
racionalizando a exploração dos bens
disponíveis e direcionando a ocupação
do solo para fins adequados em função de sua capacidade de exploração, na tentativa
de preservar a qualidade do ambiente (Silva et al., 2003, p. 8-9).
A erosão
acelerada, ou erosão antrópica, é um problema mundial. Vastas áreas estão sujeitas
à degradação do solo, às vezes de forma irreversível, por uma série de processos
como erosão e desertificação acelerada, compactação e selamento, salinização,
acidificação, diminuição da matéria orgânica e da fertilidade do solo e redução
da biodiversidade (LAL, 1994). No Brasil, a perda da camada superficial é a
principal forma de degradação dos solos. Em razão da ampliação da fronteira
agrícola e do uso intensivo do solo, HERNANI et
al. (2002)
estimaram perdas totais anuais de solo em áreas de lavoura da ordem de 750
milhões de toneladas e de 70 milhões de toneladas para as áreas de pastagens em
todo o país.
O desmatamento para fins de produção
agrícola e as práticas de preparo do solo inadequadas para áreas sensíveis à
erosão tem aumentado os processos erosivos e, como consequência, o assoreamento
dos cursos d’água, reservatórios e açudes ocasionando inclusive a perda das
matas galeria.
O poder erosivo da água depende do
volume e velocidade do escoamento, da espessura da lâmina d’água, da
declividade e comprimento da vertente e da presença de vegetação (MAGALHÃES,
1995).
Conforme o tipo de vegetação e a
extensão da área, este processo pode ser mais ou menos intenso. A partir da
retirada da cobertura vegetal, o solo fica exposto à erosão hídrica que é caracterizada
por processos que se dão em três fases: desagregação, transporte e deposição.
As praias oceânicas são os ambientes mais
dinâmicos e sensíveis do planeta. São compostas de material inconsolidado, como
areia e cascalho, e exercem diversas funções sócio-ecológicas, sendo a
principal delas a proteção do continente contra o ataque erosivo de ondas e
marés de tempestade. Desde a pré-história, as praias vêm desempenhando
importantes papéis para as populações humanas; na atualidade, o turismo costeiro
constitui a principal atividade econômica de muitos países, em todos os
continentes. Essa atividade, no entanto, tem sido seriamente ameaçada pela
erosão costeira, fenômeno que já é considerado mundial, pois afeta a maioria
das costas do planeta. No Brasil e, em especial, no Estado de São Paulo, a
situação não é diferente, uma vez que mais de 50% das praias paulistas se
encontram em risco alto e muito alto de erosão. Embora as causas antrópicas
para o fenômeno sejam diversas, vários processos naturais também devem ser
considerados, destacando-se a elevação atual do nível do mar e seus impactos.
Este trabalho apresenta alguns dos principais conceitos sobre o ambiente físico
das praias e aborda o fenômeno da erosão costeira, suas causas, indicadores de
monitoramento e classificação de risco das praias do Estado de São Paulo.
Podemos perceber que a ação humana vem
alterando a natureza, de uma forma bem mais rápida e intensa que a própria
natureza. Essas causas antrópicas que iniciou-se com a ocupação humana nas
proximidades dos rios para facilitar suas vidas, propiciou também um
assoreamento do rio, a agricultura que favoreceu o sedentarismo, também trouxe
as queimadas e o desmatamento.
A erosão costeira é, portanto, um
fenômeno mundial que deve se intensificar nas próximas décadas em decorrência
da continuidade e aceleração da elevação do nível do mar. Excetuando-se as
causas tectônicas, a elevação atual do nível do mar pode ser atribuída
principalmente à expansão termal dos oceanos, ao derretimento dos glaciares,
geleiras continentais e capas de gelo eternas (permafrosts), e ao derretimento
das calotas polares na Groenlândia, no Ártico e na Antártida (IPCC, 2007).
Surge nesse momento uma discussão importante que gera duas explicações
distintas, a primeira está ligada a natureza que apresenta seus períodos
distintos de aquecimento e resfriamento da crosta terrestre, a segunda teoria é
aquela que está diretamente ligada a ação humana no planeta, que com a emissão
de poluição, gases CFC, geram uma destruição da camada de ozônio, e assim, o
planeta acaba recebendo mais raios solares que o normalmente aceitos, causando
assim diversos problemas, como o derretimento das calotas polares.
O tempo tem mostrado que “o homem
depende do solo – e, até certo ponto, bons solos dependem do homem e do uso que
deles faz” (Buckman, 1968, p. 19). O solo é, portanto, a base das atividades
humanas, prestando-se não somente ao desenvolvimento da agricultura, mas também
à extração de recursos minerais, ao estabelecimento de áreas urbanas e
industriais, etc. A prática agrícola pode alterar as características naturais
do solo.
Tanto os usos agropecuários como os
usos para fins urbanos e industriais que se fazem do solo são grandes
desencadeadores de processos erosivos. Por sua vez, os movimentos de massa são
estimulados principalmente por construção de moradias e abertura de estradas em
áreas de declive acentuado.
As áreas urbanas hoje vivenciam graves
problemas referentes tanto a processos erosivos como a movimentos de massa,
desencadeados por ocupações irregulares de encostas, de planícies de inundação
e de outras áreas de frágil equilíbrio ecológico. Tal situação é agravada pelo
grande contingente populacional que hoje habita as cidades, não havendo uma
organização adequada para uma ocupação ordenada deste espaço.
Uma boa forma de avaliação seria uma
análise da região onde o aluno mora, pesquisando onde apresenta moradias
irregulares, áreas de encostas que foram ocupadas por moradias ou agricultura.
Pesquisar se as várzeas dos rios próximos estão preservadas, e buscar traçar
ideias e propostas para a realização de projetos que evitem o avanço da erosão
do solo em sua região.
Paulo Sérgio Lima de Paula
Formado em Ciências Sociais pela Fundação Santo André, em Geografia pela Faculdade São Bernardo e cursando especialização em Mídias na Educação pela Universidade federal de São João Del Rei.
Bibliografia
- A
EROSÃO NAS PRAIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO: CAUSAS, CONSEQÜÊNCIAS, INDICADORES DE
MONITORAMENTO E RISCO
Celia Regina
de Gouveia Souza
- Circular Técnica, 22 Embrapa
Controle dos Processos Erosivos
Lineares (ravinas e voçorocas) em Áreas de Solos Arenosos Jaguariúna, SP
Dezembro, 2011
Autores: Heloisa Ferreira Filizola, Gerson
S. de Almeida Filho, Katia Canil, Manoel Dornelas de Souza, Marco Antonio F.
Gomes.
As transformações humanas na paisagem
A humanidade talvez é a maior força “geológica” do
planeta. Vivemos em um mundo no
qual a humanidade pode ter se tornado um fenômeno capaz de transformar a
paisagem planetária. Uma influência tão evidente e tão gigantesca que surgiu os
estudos de um novo período o Antropoceno – na tabela do tempo geológico
da Terra. Mas essa nova época traz em si uma grande preocupação, a
eminente destruição da espécie que lhe dá o nome, os seres humanos precisam
começar a avaliar em suas sociedades os limites ambientais do seu espaço local,
do espaço do planeta que as sustenta.
O crescimento da influência humana no
ambiente foi reconhecido, já em 1873, pelo
geólogo italiano Antonio Stoppani (1824-1891), que falou sobre uma “nova
força telúrica cujo poder e universalidade podem ser comparados às grandes forças
da Terra”. O período em que o poder
intelectual humano gerou efeitos suficientes para ser considerado uma força
geológica.
A partir de meados do
século 18, os humanos alteraram diretamente as paisagens em 40% a 50% do planeta e
marcas de sua influência afetam mais de 83% da superfície terrestre, é a chamada ação antrópica. A habilidade de
rápida locomoção humana faz com que apenas 10% da superfície global sejam
considerados regiões remotas (que ficam a mais de 48 horas de viagem, a partir de uma grande
cidade). Somos hoje quase 7 bilhões de
pessoas consumindo alimentos, combustíveis fósseis e água potável;
produzindo lixo, poluindo e predando; competindo por recursos e por espaço com
os outros seres vivos; introduzindo espécies
exóticas e alterando hábitats, ecossistemas e biomas inteiros. Essa
situação tende a piorar. O secretário da Convenção sobre a Diversidade
Biológica da Organização das Nações Unidas (ONU), Oliver Hillel, afirma que até 2030 cerca de 75% das espécies animais
e vegetais poderão estar ameaçadas de extinção. Essa poderá ser considerada a
sexta ‘grande extinção’ do planeta.
Em sala de
aula de acordo com a realidade brasileira poderíamos estudar a ação do homem na
Mata Atlântica que inclusive está muito próxima da nossa escola. Ação essa que
criou a cidade de Diadema, com a ocupação humana e consequente destruição da
floresta que estava nessa área. Trabalhos ligados a captação de imagens antes e
depois da região onde moramos, as grandes modificações realizadas com o avanço
dos bairros, da poluição do lixo e dos esgotos à céu aberto, a falta de
tratamento adequado da água. O estudo da ação humana no bairro e na cidade onde
moramos mostra a proximidade dos alunos ao tema sendo assim um facilitador do
aprendizado do aluno.
Paulo Sérgio Lima de Paula
Formado em Ciências Sociais pela Fundação Santo André, em Geografia pela Faculdade São Bernardo e cursando especialização em Mídias na Educação pela Universidade federal de São João Del Rei.
As
Perspectivas do ensino a distância
Inicialmente,
é necessário dizer que o Brasil introduziu a Educação a Distância a pouco
tempo, portanto, como em outros diversos lugares, enfrenta alguns problemas e
até preconceitos com essa modalidade de ensino-aprendizagem. Seria até
antiquado diante de um mundo globalizado, permanecer apenas com os métodos
tradicionais, sendo que alguns deles chegam a ser arcaicos.
“A
Educação a Distância – EaD traz em si marcas e características peculiares que a
concretizam num tempo e espaço também peculiares. É uma modalidade que
estabelece uma dinâmica continuada e aberta de aprendizagem que faz com que o
indivíduo possa tornar-se sujeito ativo de seu conhecimento, dentro de seu
tempo e espaço próprios.”
http://pos.nead.ufsj.edu.br/Midias/Midias2012/moodle/file.php/5/Caderno_Virtual/caderno_iead_2012.pdf
Assim
como na educação tradicional, é impossível a realização dessa modalidade
educacional sem a dedicação do aluno, no que se refere a disposição, a
dedicação aos estudos, a disponibilidade de tempo para a realização das
atividades. Atualmente com o acesso a mundo multimídia, temos à nosso alcance
não apenas o acesso ao estudo mas também a bibliografia, aos textos, vídeos,
facilitando assim o uso das informações necessárias para estudar.
Esse
novo tipo de educação que vem se desenvolvendo no Brasil, colabora com o
protagonismo humano, propiciando a autonomia do ser, pois, com todas as
informações disponíveis, cabe ao aluno agente de sua educação com a orientação
de seu professor e tutor, pesquisar e analisar os mais diversos textos e as
mais diversas mídias, para a construção de seu conhecimento.
A
EaD é diante desse contexto de globalização e encurtamento das distâncias mais
uma forma, mais uma possibilidade e opção de estudo, possibilitando um aluno
aqui em Diadema realizar um curso de Tecnologia Assistiva na UNESP em um polo
no Espírito Santo. Antes eu teria que me afastar das atividades em minha cidade
e morar durante o período do curso no Espírito Santo, agora, sem qualquer
prejuízo à minha vida pessoal ou profissional tenho essa oportunidade.
Para
melhorar a qualidade do ensino EaD o aluno precisa se dedicar seu tempo,
empenhar-se, interagir nos meios virtuais e principalmente comprometimento. As
TIC’s são melhores explorados, com essa modalidade de ensino, é claro que o
acesso adequado à internet é indispensável. O saber tecnológico também é
fundamental, a ignorância nos meios tecnológicos impossibilita a realização dos
cursos EaD. Cabe ao aluno dos cursos à distância atuar como sujeito formador
ativo do seus desenvolvimentos social e educacionais.
Fontes:
Data da pesquisa: 19/03/2013
Paulo Sérgio Lima de Paula
Formado em Ciências Sociais pela Fundação Santo André, em Geografia pela Faculdade São Bernardo e cursando especialização em Mídias na Educação pela Universidade federal de São João Del Rei.
Plano de aula de geografia
PLANO DE AULA
- A aula
1.1.
Tema da aula
Escolha
o tema da aula; Procure selecionar um tema que seja do contexto dos estudantes ou que parta de seus interesses.
As
regiões brasileiras.
1.2.
Objetivos da aula
Descreva o que pretende que os estudantes aprendam com essa aula.
No 7º
ano do ensino fundamental II, é fundamental que o aluno conheça as regiões
brasileiras, portanto, nessa aula iniciarei o conteúdo apresentando as 5
regiões: Sudeste, Sul, Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
1.3.
Duração
Defina a
duração dessa aula, que pode ser, por exemplo, uma aula de 50 minutos ou duas
aulas semanais. Lembre-se que a duração da aula deve estar conectada com a
proposta da aula, no que se refere ao tema e aos objetivos que pretende
alcançar.
Esse
conteúdo terá duração de 2 aulas de 50 minutos cada.
1.4.
Número de estudantes
Defina o número de estudantes que participarão da
aula, especificando também o número de estudantes
incluídos e sua deficiência.
35 alunos incluindo 1 aluno com baixa visão.
1.5.
Recursos materiais / TA / Softwares
Elenque
todos os recursos materiais, recursos de TA e os Softwares que serão utilizados
nessa aula.
Todos
terão no início da aula a xérox de um mapa do Brasil com a divisão de cada
região, para o aluno de baixa visão o mapa deverá ser ampliado e com grande
contraste de cor, para facilitar sua visualização, cada região será pintada pelos
alunos nesse mapa impresso. Deverá ter disponível na sala lápis de variadas
cores.
Na
segunda aula iremos a sala de informática, onde com os recursos de
acessibilidade do Windows, a ferramenta lupa será previamente selecionada para
o aluno com baixa visão. Nessa aula eles utilizarão o site: http://mapas.ibge.gov.br/politico-administrativo/regionais,
http://mapas.ibge.gov.br/escolares/publico-infantil/grandes-regioes
e depois jogar no site: http://www.sogeografia.com.br/Jogos/pintando.html
Assim, eles explorarão as opções de
mapas para terem uma base de conhecimento mais concreta.
Utilizando
os OEs pesquisadas no BIOE, posso aprimorar minha aula, pois, com o 1º link
visa Facilitar a visualização das unidades do relevo brasileiro em
mapa do Brasil. O objetivo é trabalhar o relevo para explicar a divisão das
regiões brasileiras. O relevo é parte importante para entender a divisão
regional. O relevo influi no clima, na agricultura e na ocupação do solo. O 2º
e 3º links Trabalham com as formas dos estados e sua localização, esse
atividade é importante no processo de ensino aprendizagem, porque é um jogo e
de uma forma descontraída ensina a geografia.
2.
Desenvolvimento da aula
Previamente será trabalhado o conceito de cidade, estado, país e as
diversas formas de se regionalizar, explicar que agrupamos em um mesmo
conjuntos elementos que apresentam as mesmas características. A experiência dos alunos no jogo dos mapas auxiliarão no aprendizado das
formas dos estados e o relevo será muito importante para diferenciar uma área
da demais. O trabalho será realizado inicialmente individualmente,
mas na segunda aula será feito em duplas devido o número restrito de
computadores.
A aula iniciará com um pequeno debate sobre o motivo de se dividir o Brasil em regiões e estados, após esse primeiro momento, os alunos iniciarão as atividades na sala de computadores. Creio que será uma aula interessante, devido o uso da internet, com a pintura dos mapas e o jogo interativo, tirando o foco apenas da sala de aula. No decorrer da aula serão oferecidas as seguintes atividades: os Jogos propostos e pintura do mapa regional do Brasil. a aula será finalizada com a entrega do mapa pintado e com o término do jogo.
3. Adaptações e Recursos de Tecnologia Assistiva
A opção
lupa será usada no computador, lápis de cor com cores chamativas e mapa com
alto contraste de cor.
4.
Avaliação
As avaliações serão realizadas ao longo das aulas com o jogo e o mapa pintado. O
término do jogo em menos tempo, poderá ser levado em consideração na avaliação.
Paulo Sérgio Lima de Paula
Formado em Ciências Sociais pela Fundação Santo André, em Geografia pela Faculdade São Bernardo e cursando especialização em Mídias na Educação pela Universidade federal de São João Del Rei.
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